À forma chamámos "Cané", à essência chamamos "Eu sou"
| Técnicas corporais do Yôga |
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Como é a prática de Swásthya Yôga para principiantes
A prática de yôga para principiantes tem 6 momentos:
1 - Começamos por sentar confortavelmente de pernas cruzadas, ou sobre os calcanhares. Damos tempo a nós mesmos para transitar de um registo de consciência mais disperso e focado no exterior para outro mais disponível e sereno.
2 - A respiração torna-se nasal e consciente, dando-se início a algumas técnicas respiratórias (de vitalização e estabilidade emocional).
3 - Passamos a realizar exercícios de limpeza interna, nomeadamente aqueles que mais facilmente se podem realizar em aula regular. O yôga possui várias sugestões que permitem fazer eliminação de resíduos e purificação das mucosas. Veja esta parte como um novo conceito de higiene interna de impacto positivo imediato, e sobretudo de longo prazo.
4 - Técnicas corporais (chamadas 'ásana' em sânscrito). Seguem critérios de balanceamento e regras de execução que garantem a sua protecção e um progresso cumulativo respeitador do corpo. Tonificam músculos, geram flexibilidade e reforçam as articulações. No entanto, o impacto do ásana é muito mais profundo, sendo que - com o tempo de prática - a vivência de estados de consciência mais subtis apresenta-se como extremamente gratificante.
5 - Relaxamento com mentalização positiva. Nesta fase damos ao corpo o tempo necessário para processar toda a dinâmica das técnicas anteriores (mais oxigênio no sangue, endorfinas e toda uma combinação bioquímica que se manifesta numa agradável sensação de auto-entrega). Este é também um momento ideal para mentalizar positivamente para transformações positivas que deseja viver e que pode moldar virtualmente, criando tendências e vínculos no inconsciente que pode e deve usar na vivência do seu dia-a-dia.
6 - Concentração ou meditação. Este é o momento áureo em que atingiu o ponto de máxima disponibilidade para aprofundar concentração e até atingir o estado de intuição linear, normalmente denominada como meditação.
A única diferença entre esta prática introdutória e a versão completa (chamada ortodoxa pelo seu codificador) é a introdução de duas partes adicionais, sendo uma delas a vocalização de mantras (precisará de algum tempo para aprender as letras e perceber o papel que têm na prática).
Aqui está um curto vídeo que revela a parte mais fácil de demonstrar (as técnicas corporais):
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À forma chamámos "Cané", à essência chamamos "Eu sou"
Para ser livre, renuncio
Oito meses de transformação positiva
Um desabafo que é também uma proposta à acção concreta
Não haverá outra palavra?